Campanha da GSK alerta para os riscos da coqueluche em bebês e sobre a importância da prevenção dos familiares

 

Os casos mais graves de coqueluche acontecem em crianças menores de 6 meses. 1,2

 Com foco nos adultos, ação visa conscientizar familiares dos bebês, principais transmissores da Coqueluche. 1

 A GSK acaba de lançar uma campanha de conscientização sobre a Coqueluche, doença infecciosa altamente transmissível causada pela bactéria Bordetella pertussis, que compromete o aparelho respiratório humano (traqueia e brônquios).2,3 A campanha tem como mote “Cuidado, um bebê não está preparado para ter a sua tosse”, já que os familiares são a principal fonte de infecção em lactentes.1

A coqueluche é uma importante causa de mortalidade infantil em todo o mundo e continua a ser uma preocupação de saúde pública, mesmo em países com alta cobertura vacinal.4 Estimativas da OMS sugerem que, em 2008, cerca de 16 milhões de casos de coqueluche ocorreram em todo o mundo, dos quais 95% em países em desenvolvimento. Cerca de 195.000 crianças vieram a óbito.4

Observou-se no Brasil um maior registro de casos de coqueluche nos menores de 1 ano, principalmente nos menores de 6 meses de idade, quando eles ainda não completaram o esquema básico de vacinação.2 Em 2015 ocorreram 35 óbitos entre os casos confirmados de coqueluche, com 94,3% concentrados nos menores de 6 meses de idade.2

A transmissão acontecede pessoa para pessoa através de tosse ou espirro. Irmãos mais velhos, pais, cuidadores ou contactantes próximos, que muitas vezes não sabem que possuem a doença, podem transmitir a coqueluche para o bebê.1,5 A pessoa infectada pode transmitir a doença até aproximadamente 2 semanas após o início da tosse.5

Os primeiros sintomas podem durar de 1 a 2 semanas e, geralmente, incluem: 6 coriza, febre baixa, tosse leve e ocasional e apneia (em bebês). Além disso, a coqueluche, em seus estágios iniciais, pode ser confundida com um resfriado comum. Geralmente ela não é diagnosticada até que os sintomas mais severos apareçam.6

As complicações da coqueluche podem incluir sinusite, pneumonia, otite média, perda de peso, incontinência urinária, fratura de costela e desmaio.7 Mais de 90% das crianças menores de 2 meses que contraem a coqueluche são hospitalizadas devido a complicações associadas à doença.8

A coqueluche é uma das principais causas de mortes relacionadas a doenças preveníveis por vacinação no mundo.9 De acordo com estudos, 39% dos casos de coqueluche em lactentes tem como fonte de infecção a mãe, 16% os pais, 5% os avós, e de 16% a 43% os irmãos.1

 “A melhor maneira de prevenir a coqueluche é através da vacinação. Os bebês menores de 6 meses ainda não receberam seu esquema primário completo de vacinação, desta forma é muito importante a prevenção da coqueluche nos familiares que terão contato com o bebê”, afirma o Diretor Médico de Pesquisa e Desenvolvimento e Assuntos Médicos de Vacinas da GSK, Dr. Otávio Cintra.

A principal medida de prevenção da coqueluche é a vacinação2. As vacinas contra coqueluche estão disponíveis para crianças, adolescentes e adultos. Para crianças existem as seguintes opções: DTPw (células inteiras), DTPa, Pentavalente (DTPw, hepatite B e Hib ou DTPa, Hib e IPV) e Hexavalente (DTPa, Hib, IPV e Hepatite B). Para adolescentes existem as seguintes opções: dTpa reforço e dTpa IPV, em casos selecionados. Para adultos existe a seguinte opção: dTpa reforço. 10-12

Sobre a GSK

Uma das indústrias farmacêuticas líderes no mundo, a GSK está empenhada em melhorar a qualidade de vida humana permitindo que as pessoas façam mais, sintam-se melhor e vivam mais. Para mais informações, visite www.gsk.com.br.

 

Referências Bibliográficas:

1. WILEY, KE. et al. Sources of pertussis infection in young infants: A review of key evidence informing targeting of the cocoon strategy. Vaccine, 31(4): 618-25, 2013.

2.BRASIL. Ministério da Saúde. Boletim epidemiológico – situação epidemiológica da coqueluche – Brasil 2015. Disponível em: <http://portalsaude.saude.gov.br/images/pdf/2016/setembro/15/2016-025---Coqueluche-publica----o.pdf>. Acesso em: 4 Out. 2016.

3. WHO. Pertussis. Disponível em: <http://www.who.int/biologicals/vaccines/pertussis/en/>. Acesso em: 2 Set. 2016

4. WHO. Pertussis. Disponível em: <http://www.who.int/immunization/topics/pertussis/en/>.Acesso em: 2 Set. 2016

5. CDC. Causes and transmission. Disponível em: <http://www.cdc.gov/pertussis/about/causes-transmission.html> . Acesso em: 2 Set. 2016

6. CDC. Signs and Symptoms. Disponível em: <http://www.cdc.gov/pertussis/about/signs-symptoms.html>. Acesso em: 2 Set. 2016

7. DE SERRES, G. et al. Morbidity of pertussis in adolescents and adults. J Infect Dis, 182(1): 174-9, 2000.

8. HONG, J. et al. Update on pertussis and pertussis immunization. Korean J Pediatr, 53(5): 629-633, 2010

9. Bulletin of the World Health Organization, Volume 86, Number 6 (417–496). 2008. Disponível em: <http://www.who.int/bulletin/volumes/86/6/08-030608/en/>. Acesso em: 19 abril. 2016.

10. SBIM. Calendário de vacinação da criança 2016/2017. Disponível em: <http://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-crianca-2016-17.pdf >. Acesso em: 9 nov. 2016.

 11. SBIM. Calendário de vacinação do adulto 2016/2017. Disponível em: <http://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-adulto-2016-17.pdf>. Acesso em: 9 nov. 2016.

12. SBIM. Calendário de vacinação do adolescente 2016/2017. Disponível em: <http://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-adolescente-2016-17.pdf>. Acesso em: 18 nov. 2016.

 

BR/VAC/0340/16