Em 2016, Brasil registrou mais de 1,9 mil óbitos por H1N1

A vacina contra a gripe com a composição definida pela OMS para 2017 já está disponível nas clínicas privadas. 2-4

O número total de casos confirmados de influenza em 2016 alcançou 12.174, conforme dados do Ministério da Saúde. As complicações causadas pelo conjunto dos vírus influenza levaram à óbito 2.220 pacientes, sendo 1.982 (89,5%) decorrentes de influenza A (H1N1), 164 (7,4%) influenza A não subtipado, 59 (2,7%) por influenza B e 10 (0,5%) influenza A (H3N2).1 O estado com maior número de óbitos por influenza foi São Paulo, com 38,3% dos registros.1 Os dados foram contabilizados da semana epidemiológica 01 até a 52 - de 3 de janeiro até 31 de dezembro de 2016.1 Entretanto, a influenza é uma doença imunoprevinível. Segundo a Organização Mundial de Saúde a vacinação é a forma de prevenção mais efetiva contra a gripe5.  Outras formas de prevenção também incluem: lavar aos mãos e bons hábitos de higiene, como cobrir a boca ao espirrar.6

“No ano de 2016 houve uma antecipação do padrão de circulação dos casos de H1N1 no Brasil.1,7 Por isso, é muito importante a conscientização da população sobre a importância da prevenção, devido à imprevisibilidade da circulação das cepas do vírus influenza1,5,7,8”, afirma a Dra. Bárbara Furtado, gerente médica de vacinas da GSK.

A composição das vacinas de influenza é definida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e varia a cada ano.2,4 Para 2017 a OMS anunciou que houve modificação na cepa A H1N1.2 A vacina influenza tetravalente da GSK, a Fluarix® Tetra,está disponível na rede privada para indivíduos a partir de 3 anos de idade, contendo em sua composição as 2 cepas de influenza A (H1N1 e H3N2) e as 2 linhagens de influenza B (Yamagata e Victoria).3

Formas de prevenção

Para ser prevenir é importante lavar as mãos e manter bons hábitos de higiene, como cobrir a boca e o nariz quando for tossir ou espirrar, e através da vacinação anualmente.5,6

Sobre a gripe:

A gripe (influenza) é uma infecção viral respiratória aguda e altamente contagiosa, sendo mais grave do que um resfriado comum.5,9 A gripe é causada, principalmente, por 4 cepas do vírus influenza, o A H1N1, A H3N2, B Victoria e B Yamagata.8

Em regiões de climas temperados, as epidemias de gripe podem ocorrer principalmente durante a temporada de inverno, enquanto nas regiões tropicais, a gripe pode ocorrer ao longo de todo o ano, causando surtos irregulares.5

Início súbito de febre alta e tosse são sinais que diferenciam a gripe de um resfriado comum9. Outros sintomas podem incluir: dor de garganta, dor de cabeça, dor muscular e nas articulações, coriza, mal-estar intenso, diarreia e vômito (mais comum em crianças). 5,9,10

A gripe é transmitida facilmente de pessoa para pessoa através datosse, espirro e contato próximo com uma pessoa ou superfície contaminada.5,11,12

A gripe pode afetar qualquer pessoa em qualquer idade5. Estão em particular risco de complicações(como pneumonia e bronquite): crianças menores que 5 anos, principalmente as menores de 2 anos de idade, grávidas, idosos com mais de 65 anos de idade e pessoas em qualquer faixa etária com doenças crônicas (por exemplo, doenças cardíacas, asma ou diabetes) ou sistema imune comprometido, e profissionais de saúde.5,13

As epidemias de gripe afetam milhões de pessoas no mundo anualmentee têm impacto na economia5. Uma infecção típica resulta em 3 a 6 dias de afastamento do trabalho, queda de performance e aumento de custos relacionados à saúde. 14-16

Mitos sobre a Gripe

Mito 1

A vacina contra a gripe não funciona.

Falso. A vacina contra a gripe pode prevenir a gripe.5,17 De acordo com importantes organizações de saúde, a vacinação é um método efetivo para ajudar na prevenção da gripe ou reduzir a gravidade da doença.5,17,18

Mito 2

A gripe é igual a um resfriado

Falso.Na gripe os sintomas como febre, tosse e calafrios se desenvolvem muito rapidamente.19,20 Você se sentirá cansado e pode ter que ficar em repouso.5,13As complicações da gripe podem gerar afastamento do trabalho, hospitalizações, e em alguns casos, podem levar até ao óbito 5,14-16. Já o resfriado apresenta sintomas geralmente mais leves.9

Mito 3

A vacina contra a gripe pode deixar você gripado.

Falso.  Os vírus presentes nas vacinas contra a gripe foram tratados de forma que não são ativos.3,19,21Isso significa que eles não estão vivos e não conseguem deixar você doente.19,21

Mito 4

Você se sentirá muito mal após tomar a vacina contra a gripe.

A reação mais comum após tomar a vacina contra a gripe é dor e inchaço no local da injeção.19,21 Outras reações podem incluir febre leve ou dores musculares.19,21 As vezes essas reações podem ser confundidas com a gripe, mas não são a doença, e geralmente duram 1 ou 2 dias após a vacinação.22

Mito 5

Antibióticos podem tratar a gripe.

Os antibióticos podem tratar infecções causadas por bactérias.19,23 Mas como a gripe é uma infecção causada por vírus - e não por uma bactéria - os antibióticos não podem fazer nada para combatê-la.19,23 A vacinação contra gripe é uma boa forma de evitar essa doença5. Também é importante manter bons hábitos de higiene e lavar mãos regulamente. 5,6,24

 

Sobre a GSK

Uma das indústrias farmacêuticas líderes do mundo, a GSK está empenhada em melhorar a qualidade da vida humana permitindo que pessoas façam mais, vivam melhor e por mais tempo. Para mais informações, visite www.gsk.com.br.

Referências:

  1. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Informe Epidemiológico. Influenza: Monitoramento até a Semana Epidemiológica 52 de 2016. Disponível em:http://portalarquivos.saude.gov.br/images/pdf/2017/janeiro/05/Informe-Epidemiologico-Influenza-2016-SE-52.pdf.Acessado em: 17 de fev. 2017.
  2. PORTAL BRASIL. Anvisa define nova composição da vacina contra gripe para 2017. Disponível em http://www.brasil.gov.br/saude/2016/10/anvisa-define-nova-composicao-da-vacina-contra-gripe-para-2017 . Acesso em: 22 fev. 2017.
  3. FLUARIX® Tetra [vacina influenza tetravalente (fragmentada, inativada)]. Bula da vacina.
  4. WHO. Recommended composition of influenza virus vaccines for use in the 2017 southern hemisphere influenza season. Disponível em: <http://www.who.int/influenza/vaccines/virus/recommendations/201609_recommendation.pdf?ua=1>. Acesso em: 16 mar. 2017.
  5. WHO Fact sheet No. 211 – Infl­uenza (Seasonal) Key Facts. Disponível em: <http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs211/en/ >. Acesso em: 16 março 2017.
    1. CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. Questions & Answers: 2009 H1N1 Flu (Swine Flu) and You. Disponível em: <http://www.cdc.gov/h1n1flu/qa.htm>. Acesso em: 20 fev. 2017.
    2. BRASIL. Ministério da Saúde. Informe epidemiológico influenza: monitoramento até a semana epidemiológica 52 de 2015. Disponível em: <http://portalarquivos.saude.gov.br/images/pdf/2016/marco/04/Boletim-Epidemiol--gico-Influenza-SE52-2015-completo.pdf>. Acesso em: 16 mar. 2017.
    3. AMBROSE, CS. The rationale for quadrivalent influenza vaccines. Hum Vaccin Immunother, 8: 81-8, 2012.
    4. ECCLES, R. Understanding the symptoms of the common cold and influenza. Lancet Infect Dis, 5: 718–25, 2005.
    5. CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. Flu Symptoms & Complications. Disponível em: < https://www.cdc.gov/flu/about/disease/complications.htm>. Acesso em: 16 mar. 2017.
    6. STILIANAKIS, TP. Inactivation of influenza A viruses in the environment and modes of transmission: a critical review. J Infect, 57: 361–73, 2008.
    7. BEAN, B. et al. Survival of influenza viruses on environmental surfaces. J Infect Dis, 146: 47–51, 1982.
      1. US Centers of Disease Control and Prevention. People at high risk of developing ­u‐related complications. 2013. Disponível em: <www.cdc.gov/flu/about/disease/high_risk.htm>. Acesso em: 20 fev. 2017.
      2. SZUCS, TD. The role of burden of illness research. Pharmacoeconomics, 16(1): 27-32.
      3. KEECH, M. et al. The impact of influenza on working days lost: A review of the literature. Pharmacoeconomics, 26: 911–924, 2008.
        1. NICHOL, KL. Cost-benefit analysis of a stategy to vaccinate healthy working adults against influenza. Arch Intern Med, 161: 749-59, 2001. 22
        2. BRITISH COLUMBIA. HEALTH LINK BC. Influenza (Flu) Immunization: Myths and Facts. Disponível em: <http://www.healthlinkbc.ca/healthfiles/hfile12c.stm>. Acesso em: 20 fev. 2017.
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        4. NHS. 10 myths about flu and the flu vaccine. Disponível em: <http://www.nhs.uk/Livewell/winterhealth/Pages/Flu-myths.aspx>.Acesso em: 20 fev. 2017.
        5. NHS Choices Flu Symptoms. Disponível em: <http://www.nhs.uk/Conditions/Flu/Pages/Symptoms.aspx>. Acesso em:  20 fev. 2017.
        6. CDC. Misconceptions about Seasonal Flu and Flu Vaccines. Disponível em: <https://www.cdc.gov/flu/about/qa/misconceptions.htm>. Acesso em: 20 fev. 2017.
        7. CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. Seasonal Flu Shot – Questions & Answers. Disponível em: <http://www.cdc.gov/flu/about/qa/flushot.htm>. Acesso em: 20 fev. 2017.
        8. ECDC. Key messages for general public Part of promotional campaign, European Antibiotic Awareness Day. Disponível em: <http://ecdc.europa.eu/en/eaad/antibiotics/Pages/messagesForPublic.aspx>. Acesso em: 20 fev. 2017.
        9. JEFFERSON, T. et al. Physical interventions to interrupt or reduce the spread of respiratory viruses. Cochrane Database Syst Rev, 2007.

 

BR/FLU6/0002/16(2) – Março de 2017