Saiba quando a asma é grave e como tratá-la

Diferenciar a forma mal controlada da forma grave facilita o controle da doença e diminui o risco de hospitalizações

 

A asma é uma doença crônica que afeta cerca de 20 milhões de brasileiros. A forma grave da doença, caracterizada por quadros de exacerbações frequentes, mesmo com o tratamento adequado, que inclui altas doses de corticoide diariamente, é responsável por mais de 50% do custo total dos investimentos em tratamento da asma no mundo.1,2 Da população total que tem esta doença crônica, estima-se que 5% a 10% tenham asma grave.3 

Entretanto, é importante entender as diferentes formas de asma. A de difícil controle, por exemplo, é aquela em que os fatores contínuos, como comorbidades, baixa adesão e exposição excessiva a alérgenos e/ou tabagismo, interferem no controle. Mais resistente ao tratamento, o tipo refratário tem como principal característica, além da dificuldade de controlar a doença, o aparecimento de mais quadros de exacerbações, mesmo nos casos de indivíduos submetidos ao uso de corticoides. A manifestação grave, por sua vez, inclui pacientes com o tipo refratário e os que não obtiveram resposta completa ao tratamento de comorbidades.1

“O grau de impacto da asma é avaliado a partir do nível de tratamento necessário para controlar os sintomas e as exacerbações. A dificuldade de gerenciar essas duas questões, mesmo com terapia máxima, pode ser causada por uma asma grave verdadeiramente refratária ou, em outros casos, pelas comorbidades, exposições ambientais persistentes ou dos fatores psicossociais”, explica Bernardo Maranhão, médico pneumologista da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) e gerente médico da GSK.

Tratamento da asma grave

A evolução no manejo da asma grave para o tratamento eficaz da doença inclui a terapia imunobiológica que pretende suprir uma necessidade não atendida atualmente – o mepolizumabe, um anticorpo monoclonal humanizado anti-L-5 da GSK – que pode impactar positivamente na qualidade de vida do paciente.6,7 De acordo com os estudos clínicos, o medicamento diminui em média 50% o uso de corticoides orais e reduz em cerca de 60% as internações hospitalares e as visitas à emergência causadas pelos episódios de exacerbações.4,5

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Sobre a GSK

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Referências:

1. ANTONICELLI, L., et al. Asthma severity and medical resource utilisation. European Respiratory Journal 23-34: 723-729, 2004.

2. CHUNG, KF. et al.International ERS/ATS guidelines on definition, evaluation and treatment of severe asthma. Eur Respir J; 43(2):343-73, 2014

3. GLOBAL INITIATIVE FOR ASTHMA. Global strategy for asthma management and prevention. Updated 2018. Disponível em: <https://ginasthma.org/2018-gina-report-global- strategy-for-asthma- management-and-prevention/ >. Acesso em: 27 maio. 2019.

4. BEL, EH., et al. Oral glucocorticoid-sparing effect of mepolizumab in eosinophilic asthma.New England Journal of Medicine 371(13): 1189-1197, 2014.

5. ORTEGA, HG., et al. Mepolizumab treatment in patients with severe eosinophilic asthma. New England Journal of Medicine 371(13): 1198-1207, 2014.

6. NUCALA (mepolizumabe). Bula do produto.

7. CHUPP, GL., et al. Efficacy of mepolizumab add-on therapy on health-related quality of life and markers of asthma control in severe eosinophilic asthma (MUSCA): a randomised, double- blind, placebo-controlled, parallel-group, multicentre, phase 3b trial. The Lancet Respiratory Medicine 5(5): 390-400, 2017.

  

Material dirigido à imprensa especializada em informações de disease awareness. Por favor, consulte o seu médico.

BR/NLA/0019/19 – MAIO/19